quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Conquista de Todas as MULHERES!!!!

 



A Lei 11.340/06, conhecida com Lei Maria da Penha, ganhou este nome em homenagem à Maria da Penha Maia Fernandes, que por vinte anos lutou para ver seu agressor preso. E nesse mês de agosto, completa 06 anos que a Lei entrou em vigor.

Maria da Penha é biofarmacêutica cearense, e foi casada com o professor universitário Marco Antonio Herredia Viveros. Em 1983 ela sofreu a primeira tentativa de assassinato, quando levou um tiro nas costas enquanto dormia. Viveros foi encontrado na cozinha, grtitando por socorro, alegando que tinham sido atacados por assaltantes. Desta primeira tentativa, Maria da Penha saiu paraplégica A segunda tentativa de homicídio aconteceu meses depois, quando Viveros empurrou Maria da Penha da cadeira de rodas e tentou eletrocuta-la no chuveiro.

Apesar da investigação ter começado em junho do mesmo ano, a denúncia só foi apresentada ao Ministério Público Estadual em setembro do ano seguinte e o primeiro julgamento só aconteceu 8 anos após os crimes. Em 1991, os advogados de Viveros conseguiram anular o julgamento. Já em 1996, Viveros foi julgado culpado e condenado há dez anos de reclusão mas conseguiu recorrer.

Mesmo após 15 anos de luta e pressões internacionais, a justiça brasileira ainda não havia dado decisão ao caso, nem justificativa para a demora. Com a ajuda de ONGs, Maria da Penha conseguiu enviar o caso para a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (OEA), que, pela primeira vez, acatou uma denúncia de violência doméstica. Viveiro só foi preso em 2002, para cumprir apenas dois anos de prisão.

O processo da OEA também condenou o Brasil por negligência e omissão em relação à violência doméstica. Uma das punições foi a recomendações para que fosse criada uma legislação adequada a esse tipo de violência. E esta foi a sementinha para a criação da lei. Um conjunto de entidades então reuniu-se para definir um anti-projeto de lei definindo formas de violência doméstica e familiar contra as mulheres e estabelecendo mecanismos para prevenir e reduzir este tipo de violência, como também prestar assistência às vítimas.

Em setembro de 2006 a lei 11.340/06 finalmente entra em vigor, fazendo com que a violência contra a mulher deixe de ser tratada com um crime de menos potencial ofensivo. A lei também acaba com as penas pagas em cestas básicas ou multas, além de englobar, além da violência física e sexual, também a violência psicológica, a violência patrimonial e o assédio moral.


Fonte: http://www.observe.ufba.br/lei_mariadapenha

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Precarização do Ensino

A educação pública, no Brasil, que deveria ser gratuita e de QUALIDADE, é elitista, voltada para os interesses da burguesia. No qual, o ensino superior público e privado é voltado para os filhos da classe dominante e para uma pequena parcela da classe média.
O corte de verbas da educação é alarmante, onde a demissão de professores, a política de promoção automática e as sucessivas reformulações curriculares formam a própria cara da exclusão. Precarizando assim, o ensino público de base -formado majoritariamente por pobres - sucumbindo a possibilidade dos jovens pobres de chegarem as Universidades Públicas ( financiadas com arrecadação dos impostos também pagos por eles).

quarta-feira, 18 de abril de 2012


“Não é por acaso que se faz a escolha por esta profissão: ninguém a procura para ter mais dinheiro, para ter mais status, para ter mais prestígio. Como mostra Jeannine Verdes-Leroux, é uma profissão especial, guiada por valores nobres e não utilitários, envolvida em uma mística que torna o seu exercício, mais do que um emprego, um meio de realizar projetos pessoais e sociais, etc. [...]”

                                                                 Iamamoto, Marilda V. O Serviço Social na Contemporaneidade: trabalho e formação profissional. Pag:65 // 6°edição // Editora Cortez.